sexta-feira, 15 de março de 2013

Coleções cervejeiras: Dicas para montar e manter sua coleção de rótulos


Na última matéria deste blog, falei um pouco sobre o meu hábito colecionista e sobre a coleção de rótulos de cerveja que eu mantenho. Coleções de rótulos são uma forma legal de agregar ainda mais sentido à experiência de beber cerveja e, com o tempo, podem se transformar em registros pessoais de seu aprendizado e suas experiências cervejeiras. Se comparadas às coleções de garrafas ou latas, elas exigem menos espaço e podem ser ampliadas com maior facilidade – com isso, é maior a probabilidade de que durem mais tempo e atrapalhem menos a sua vida.

Contudo, tirar e guardar rótulos tem seus segredos. Com este post, pretendo compartilhar com meus leitores as técnicas que desenvolvi ao longo de cinco anos de colecionismo incessante, para ajudar a todos os que tenham interesse em iniciar uma coleção de rótulos. As dicas a seguir servem também, perfeitamente, para coleções de rótulos de outras bebidas com garrafas de vidro (como vinhos ou destilados), mas eu pretendo me focar nas cervejas. A parte mais difícil dessa forma de colecionismo refere-se às formas mais viáveis de retirar os rótulos das garrafas sem danificá-los, preservando sua integridade física bem como a vivacidade das cores. Afinal de contas, um dos baratos de uma coleção de rótulos é que eles possuem um design atraente e chamativo, então não teria muito sentido sacrificar sua visualidade. Desvendado esse terrível mistério, darei ainda algumas sugestões para organizar a guardar sua coleção.

Como retirar os rótulos

E há, é claro, aquelas que 
combinam todos os materiais 
possíveis numa mesma 
garrafa.
Fonte: sidecarspeakeasy.com
A primeira coisa que precisa ficar clara a esse respeito é que não existe uma única técnica mágica que você possa usar em casa e que te permitirá remover eficientemente todos os tipos de rótulos. Cada rótulo emprega um tipo de material diferente, e cada material requer técnicas distintas: alguns são de papel fino, outros de papel mais grosso, outros ainda de PVC, alguns são metalizados, outros possuem uma camada plástica por cima, diferentes tintas podem ser empregadas para sua impressão etc. Além do material, há vários tipos de colas usadas pelos fabricantes, e cada uma vai ceder melhor a um método de remoção.

Dito isso, há três técnicas básicas (e algumas variações) que eu uso para remover os rótulos. Antes de apresentá-las, cabe um alerta inicial: não force a barra. Esse é o cuidado mais essencial para conseguir remover os rótulos sem danificá-los demasiadamente. Se você estiver tentando uma técnica e ela não estiver funcionando, não insista muito. Você pode aumentar o tempo de imersão em água ou a temperatura da garrafa, mas se, mesmo assim, não estiver funcionando, mude de estratégia. Em especial, se você começar a perceber que precisa aplicar força para descolar e o rótulo está se rasgando, pare. Com o tempo, você irá pegar experiência e perceber facilmente até que ponto pode forçar.

As técnicas de remoção podem ser divididas em três princípios básicos:

  1. Imersão em água: este é o método mais simples. Encha a garrafa com água e mergulhe-a num recipiente com água morna e um pouco de detergente ou sabão em pó. Alguns rótulos saem com facilidade em poucos minutos, enquanto outros, com a cola mais resistente e o papel mais fino, podem requerer até 48 horas de imersão para se obter um bom resultado. Tome cuidado com a temperatura da água, que não deve estar quente demais (teste com as mãos), ou você corre o risco de danificar a tinta de alguns rótulos. Os rótulos que reagem bem a este método são os de textura porosa, permeáveis à água, e aqueles que não são colados de forma homogênea, em que você nota que existem algumas pontinhas “se soltando” do vidro. Impressões metalizadas e colas mais resistentes (como as das cervejas americanas) exigem maior tempo de imersão.
  2. Aquecimento da garrafa: rótulos autoadesivos costumam desgrudar com facilidade em altas temperaturas. Para conseguir isso, leve a garrafa ao forno de cozinha por 5-10 minutos e, quando o vidro estiver bem quente (a ponto de você não poder tocá-lo com as mãos nuas), segure a garrafa com uma luva térmica, descole uma pontinha do rótulo com um estilete e puxe o restante com os dedos. Alguns saem como mágica, enquanto outros exigem que você aplique um pouquinho de força, com cuidado. Preste atenção ao tempo de forno: se você deixar o rótulo por tempo demais, pode acabar torrando o papel! Para evitar que isso aconteça, pode deixar a porta do forno levemente entreaberta enquanto aquece as garrafas (especialmente se você estiver aquecendo várias ao mesmo tempo). Rótulos autoadesivos, que colam de forma homogênea no vidro da garrafa, normalmente com películas plásticas protetoras por cima, como os da maioria das cervejas artesanais brasileiras, reagem bem a este método. Mas tome cuidado com os rótulos de material metalizado (como as da linha especial da Eisenbahn) e aqueles feitos de plástico (como os da Colorado), que vão deformar com temperaturas muito altas. Nesses casos, apenas aqueça de leve a garrafa e puxe: o rótulo sai com facilidade. Uma variante desse método consiste em soprar ar quente no rótulo com um secador de cabelo, o que vai funcionar bem com rótulos metálicos ou plásticos, mas nem tanto com os mais aderentes.
  3. Filme autoadesivo transparente: trata-se de um tipo de adesivo plástico transparente, normalmente usado para plastificar livros e superfícies. O mais famoso, fabricado pela Vulcan, é conhecido pelo nome comercial de Contact e pode ser comprado em qualquer papelaria. Este método de remoção funciona da seguinte maneira: após medir os rótulos, corte pedaços do adesivo e aplique-os diretamente sobre os rótulos molhados, cobrindo-os inteiramente e deixando uma folga em cada borda. Esfregue bem para garantir que o adesivo aderiu inteiramente ao rótulo e puxe num movimento rápido e contínuo. Se tudo der certo, a camada superior do rótulo deverá sair junto com o filme adesivo, deixando na garrafa apenas a cola e a camada inferior do papel, branca. Aí você recorta as rebarbas e fica com o rótulo já devidamente plastificado. Este método é o mais trabalhoso, sendo indicado para os casos em que os dois métodos acima já tiverem sido tentados sem sucesso. Tome cuidado com a gravata, que é especialmente manhosa devido à superfície irregular do gargalo da garrafa, o que dificulta a aplicação do adesivo transparente.


Até hoje, a combinação desses três métodos e suas variações me permitiu extrair os rótulos de todas as cervejas que eu já bebi na vida. Os únicos que tiveram de ficar de fora, infelizmente, foram as garrafas com rótulos serigrafados (ou seja, impressos diretamente sobre o vidro). Com o tempo, você será capaz de saber qual método deverá usar apenas ao analisar o rótulo com os olhos e os dedos – até lá, comece testando a imersão, depois o forno, e por último a película transparente. Contudo, esses três métodos não resolvem todos os nossos problemas: afinal de contas, depois de tirar os rótulos, o que fazer com eles?

Como guardar os rótulos

O primeiríssimo rótulo da minha coleção, colado na folha sulfite. 
Minha ausência de técnica resultou em estrias que você conseguirá 
ver se ampliar a imagem.
Fonte: acervo pessoal
Conheço algumas pessoas que simplesmente guardam os rótulos avulsos em uma pasta, mas, com o tempo, torna-se progressivamente mais difícil organizá-los se você fizer assim. Além disso, os rótulos autoadesivos, que saem da garrafa ainda com a cola no verso, não podem ser guardados com tanta facilidade, pois grudam uns nos outros. Por isso, eu costumo colar todos os rótulos em folhas de papel sulfite branco. Colo o rótulo, o contrarrótulo e a gravata de uma determinada cerveja juntos, na mesma folha, já devidamente secos, caso tenham sido removidos por imersão em água. Para os rótulos autoadesivos (que você removeu usando o método de esquentar a garrafa no forno), normalmente não precisará de cola nenhuma, pois a cola do próprio rótulo já faz o serviço. Para os demais, eu uso cola em bastão comum, que tem a vantagem de poder ser removida com facilidade: basta imergir novamente a folha em água morna que a cola desgruda.

Um desafio são os rótulos transparentes, como o da Heineken. Eles normalmente usam cores e elementos visuais pensados para funcionar em contraste com a cor da garrafa (âmbar/marrom, verde ou transparente – nesse caso, o contraste é com a cor do líquido). Quando você cola esses rótulos em papel branco, o contraste não funciona e o rótulo tende a ficar ilegível, ou pelo menos visualmente desinteressante. Por isso, eu costumo ter folhas de papel colorido (verde, marrom escuro e alaranjado). Ao remover um rótulo desse tipo, em vez de colá-lo diretamente sobre o papel branco, colo primeiro num papel com a cor correspondente à da garrafa, recorto e só depois colo sobre o sulfite branco. O efeito fica muito próximo ao original.

Assim que você termina de colar os rótulos no papel sulfite, normalmente a folha fica um pouco deformada, seja por causa do enrugamento causado pela cola, seja devido à curvatura do próprio rótulo. Para alisar completamente a folha com os rótulos colados, você pode deixá-la dentro de um livro grande e grosso (como uma enciclopédia ou um dicionário) e colocar alguns pesos por cima. Em um ou dois dias, a folha estará completamente lisa, pronta para guardar. Se você quiser guardar os rótulos avulsos, sem colar em folha nenhuma, também pode alisá-los da mesma forma.

Os quatro fichários da minha coleção fazem mais vista na 
estante do que qualquer livro com encadernação de luxo. 
E o melhor: todos feitos em casa!
Fonte: acervo pessoal
Depois, resta saber o que fazer com todas essas folhas cheias de rótulos colados. Uma dica é guardar cada um deles dentro de um plástico e organizá-los dentro de um fichário grande, como aqueles organizadores A-Z. Você pode classificá-los por nacionalidade, por estilo, por data de degustação, por preferência pessoal ou, simplesmente, por ordem alfabética (como eu faço) – fica a seu critério. Dentro do mesmo plástico, no verso, eu guardo minhas anotações de degustação, que eu imprimo a partir de fichas como as que eu publico na página de Cervejas avaliadas deste blog. Cheguei a esse formato depois de muito tempo de experimentação, mas, no começo, era só um registro detalhando quando degustei a cerveja, acompanhado de algumas frases de descrição sensorial. A princípio, você vai precisar de apenas um fichário para guardar sua coleção; mas, com o tempo, esse número certamente vai aumentar. Minha coleção, atualmente, já está terminando de encher o 4º organizador A-Z.

Claro que, como bom colecionador que sou, só incluo na coleção um exemplar de cada rótulo. Admito rótulos da mesma cerveja quando há diferenças no design ou indicações de safras diferentes impressas nos rótulos. Se as únicas diferenças são o lote e a data de validade, não guardo. Mas isso não significa que você precisa jogar fora os rótulos repetidos: você pode usá-los como material de decoração. Eu decoro as capas dos próprios fichários da coleção forrando-as completamente com rótulos repetidos: o efeito é muito bonito e chama a atenção de qualquer um. Muita gente para quem eu mostro minha coleção acaba gostando mais dos fichários em si do que dos rótulos guardados e organizados em seu interior! Com criatividade, praticamente qualquer objeto pode ser revestido com rótulos: cadernos, bandejas, caixas, quadros, o que sua imaginação permitir! E o impacto visual é realmente impressionante.

No fim das contas, o mais importante é que a coleção é sua, então as regras são suas. Dei algumas sugestões que podem ajudar a tornar a sua coleção mais organizada, mas, no fim das contas, quem vai definir como vai fazer é você. Convido todos a usarem o espaço dos comentários deste post para dizer como vocês organizam suas coleções e usam seus rótulos. Assim, podemos “colecionar” opções e alternativas para quem tiver interesse!

49 comentários:

  1. Amigos, papel contact não funciona. O que funciona melhor que qualquer coisa são umas etiquetas especiais adesivas que são vendidas por uma empresa de Santa Catarina chamada Axios: www.facebook.com/axioscomex Elas são feitas para rótulos de vinhos, mas funcionam igualmente bem com rótulos de cerveja. A etiqueta retira o rótulo com muita facilidade, é super transparente e ainda conserva o rótulo para sua coleção. Vale a pena!

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    1. Meu caro, sério que você tem a coragem de me dizer, depois que eu já tirei com sucesso quase 650 rótulos, que o método que eu uso não funciona? Faça propaganda do seu produto em outro lugar; eu sei que existem métodos mais baratos e igualmente eficazes e vou usar este espaço para compartilhá-los com meus leitores, evitando que eles gastem seu dinheiro à toa.

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  2. O contact é o jeito mais barato e acessível para nós, mas um amigo trouxe dos EUA, um tipo de adesivo especial feito para cervejas.

    Mas, como quase reprovei de educação artística no colégio, me contento com coleção de tampinhas e bolachas (aka ampolas).

    Abraços,

    Gabriel Lucas
    http://factoide.com.br

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    1. Olá, Gabriel! Esse adesivo especial para rótulos de cervejas tem alguma diferença em relação aos adesivos feitos para vinhos? Ele se adequa bem a todos os formatos de rótulos de cerveja?

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  3. Ola amigo, parabens pelo post! So umas duvidas hehe +/- quanto de detergente coloco na agua morna? No caso, por ex., coloco agua morna no balde > a garrafa em pé, ate cobrir a gravata, certo? A agua q coloco dentro da garrafa pra ela boias, tem q ser morna tb? Ia ser maneiro vc colocar umas fotos do seu fichario, eu estou bem curioso de ver um bem montado :) Aguardo resposta qnd for possivel meu caro. Mt obg abraço

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    1. Olá, Soares, tudo bem?

      Quanto ao detergente, não precisa ser muito. Eu normalmente uso uma leiteira grande e aqueço a água na boca do fogão mesmo, aí coloco uns 2 ml de detergente líquido. A água dentro da garrafa pode ser fria, sim, é só para fazer peso.

      Quando uso um balde para um número maior de garrafas, geralmente uso sabão em pó - algo como uma colher de sopa, digamos. Mas vai tudo "no olhômetro". Se você não conseguir cobrir a gravata, pode fazer em "duas etapas": primeiro o rótulo e contrarrótulo, depois você coloca ela de ponta-cabeça para tirar a gravata.

      Quanto ao fichário, o post tem uma foto com os quatro fichários. Agora, se você quer ver como os rótulos ficam dentro dos plásticos, a imagem do rótulo da Baden Baden Celebration Inverno deve dar uma ideia. Cada folha de papel dessas, com todos os rótulos colados, vai dentro de um plástico individual.

      Abraços!
      Alexandre A. Marcussi

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  4. Ô Alexandre, vlw demais pelas respotas e dicas!

    Vou fazer pelas duas etapas msm, rotulo+contrarrótulo e depois a gravata :) Tomara q 99% das garrafas q eu pegue eu consiga fazer pelo método da água hehe Antes eu so tirava uma foto da garrafa e tal, mas com suas dicas vou tentar fazer a coleção de rotulo.

    Vi a Baden Baden Celebration, espero conseguir tranquilo meu primeiro rótulo na folha.

    Mais uma vez, parabens pelo blog, pelo post, pelas dicas e respostas pra nós.

    Abração cara, sucesso sempre!

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  5. Alexandre, pesquisando e vendo opinioes de todos, pra mim vc é o cara pra nos explicar de tirar rotulo hehe

    Nas variações q vc citou, com relaçao a tecnica do forno, ex. baden baden, metalizados, o uso daquels secadores de cabelo pode substituir o uso do forno? Tipo ficar esquetando o rotulo com o secador e tal?

    Vle mestre!

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    1. Que nada; nesses casos, o melhor mestre mesmo é a experiência!

      Quanto ao secador de cabelos, ele funciona bem com rótulos que são mais resistentes e desgrudam com mais facilidade (metalizados ou plásticos, sem camada de papel), como os da Colorado, Bamberg, Eisenbahn Linha Especial, Bierland etc. Nos outros, você pode até tentar, mas será menos eficiente. Os rótulos da Baden Baden, especialmente, são bem difíceis de tirar se a garrafa não estiver bem quente; mas se ficarem no forno por tempo o bastante, saem muito facilmente. A única "pegadinha" são a Celebration Inverno e a Christmas Beer, que possuem uma pintura metalizada que pode "craquelar" se o forno estiver na temperatura máxima.

      Abraços!

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Oi Alexandre, tenho uma dúvida: o rótulo não fica um pouco lambuzado de detergente ou sabão? É necessário dar uma enxaguada após ele sair?

    Obrigado e parabens pelo post!

    Andre

    André
    beeraddiction.com.br

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    1. André, o rótulo já vai estar molhado e imerso em água mesmo, não faz mal dar uma enxaguadinha em água corrente para tirar o excesso de sabão e de cola do verso.

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  8. Oi Alexandre, muito bom o post e tem me ajudado bastante. Até agora tenho conseguido tirar quase todos os meus rótulos. A coleção já tava nas 400 garrafas e minha mulher estava tendo um treco, hahaha.
    Mas ae, preciso de um conselho. Alguns rótulos não consigo tirar de jeito nenhum, como por exemplo o da Mr Sno'balls da Harviestoun. Por acaso tu tem esse rótulo? como tirou? o papel está muito bem colado.
    Outro problema, algumas cervejas artesanais que comprei em Ushuaia tem papel muito delicado e frágil e que está se desfazendo na água. Alguma sugestão?
    Abraços.

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    1. Olá, Eduardo!
      Técnicas de colecionismo também salvam casamentos! :-D
      Não tenho o rótulo da Mr. Sno'Balls, mas tenho outros da Harviestoun. Salvo engano, saíram com imersão em água mesmo. Você já tentou o método do Contact? Costuma funcionar bem para rótulos frágeis ou com a cola muito resistente.
      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    2. Valeu Alexandre. Tentarei com o contact, depois digo se funcionou.
      Abraços.

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    3. Olá Alexandre, tentei com o contact e não consegui. Rasguei os rótulos em todas as minhas tentativas. As outras duas técnicas tem funcionado em quase 100% das vezes, mas o do contact não consegui mesmo. Acho que minha solução é deixar essas que não saírem, na garrafa... Você teria alguma outra sugestão?
      Abraços.

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    4. Cara, nunca perdi um único rótulo com o método do Contact. :-) Deixa eu ver se ainda posso te ajudar. Compre um adesivo de boa qualidade (o Contact mesmo, da Vulcan, funciona bem comigo). Certifique-se de que os rótulos foram molhados e ainda estão úmidos antes de aplicar o contact. Esfregue bem o contact na garrafa depois de aplicar (use uma colher ou pano para esfregar) e veja se não ficaram bolhas ou irregularidades. Espere alguns minutos e depois retire. Puxe num movimento constante e rápido. O rótulo deverá sair inteiro de uma só vez. Se estiver rasgando, cole novamente, esfregue e tente mais uma vez. Depois diga se deu certo com essas dicas!

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  9. Boa tarde Alexandre,
    eu também coleciono rótulos, ainda pequena, cerca de 200 rótulos, e também os coloco em fichário, colados em metade uma folha A4 (fichario pequeno). O único problema (ou trabalho) que tenho, é que os meus plásticos do fichário vem com furos diferentes do meu fichário em si.

    Vi umas fotos no Brejas e percebi que seu plástico é multifuro! rs Aonde, pelo amor de deus, encontro esse plastico? o seu é folha A4?

    abraços,
    Giovana

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    1. Olá, Giovana!

      Eu uso um plástico que se adapta a qualquer tipo de fichário. Na verdade, gosto desse plástico porque a folha de papel fica justinha nele. Procure em grandes papelarias (tipo Kalunga) por "sacos plásticos de furação universal". O que eu sempre compro é da marca Chies, tamanho A4, com acabamento "cristal liso" (para dar um visual melhor). Segue o link para o produto no catálogo do produtor: http://chies.com.br/produtos/produto/id/636/page/2.

      Eu uso tamanho A4 e fichários do tipo "pasta-arquivo A-Z", mas talvez eles tenham também o mesmo tipo de plástico em tamanho A5 (para fichário pequeno). Agora, uma curiosidade: como você consegue colar os rótulos em metade de uma folha A4? Não fica pequeno demais?

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    2. Obrigada Alexandre!!
      no site eles nao tem A5, mas já mandei um email perguntando ;)Os plásticos que eu tenho usado, é de um fichário de capa preta que vem com 50 plásticos dentro, mas os furos nao batem com nenhum outro, e aí tenho que furar um a um :/

      Na verdade eu sempre achei perfeito o tamanho A5, e todos os rótulos sempre couberam rs Mas há pouco tempo atras, o rótulo de uma La Trappe Witte de rolha, ficou muito grande e acabei dobrando.. mas foi o único, rs
      Até rótulos como os da BrewDog cabem perfeitamente, tenho algumas fotos se quiser olhar, mas não consigo postar aqui..

      Obrigada pelas dicas ;) quem sabe não trocamos figurinhas ;)
      abraços,
      Giovana

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  10. Boa tarde Alexandre. Como eu retiro os rotulos das cervejas da Mistura Classica. Eles praticamente se desmancham com agua. Perdi um da Matilda e Beatus. Sua ajuda vai ser de grande valor. Obrigado.

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    1. Fernando, salvo engano, com os rótulos da Mistura Clássica que eu tenho (Mississippi, Malzbier, Strong Golden Ale, Sputnik, Panhead e Amnésia), usei o método do forno. Como eles são autoadesivos e têm uma película plástica, vão se desmachar na água antes de desgrudar. Usando o método do forno, eles tendem a enrugar um pouco, mas nada que não se resolve relativamente bem deixando-os dentro de um livro grosso com peso durante uns 2-3 dias para alisarem um pouco.

      Sucesso com os seus rótulos!

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  11. Prezado Alexandre, utilizei, como você recomendou, o método do forno e foi um sucesso. Consegui retirar 5 rótulos da Mistura Clássica com uma facilidade até surpreendente, porém o rótulo da Matilda não fui feliz, pois o rótulo não descolou de jeito nenhum. Você tem outra alternativa?

    Desde já agradeço a sua atenção.

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    1. Fernando, não tenho este rótulo em particular; mas, se ele não saiu com o forno, sugiro tentar o método do papel Contact. Agora, tem uma coisa: o método do forno é menos eficiente quando o rótulo já foi danificado em tentativas anteriores de desgrudá-lo. Talvez você tenha mais sorte com um rótulo novo da Matilda, realmente não sei dizer.

      Boa sorte!
      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  12. Oi Alexandre
    Parabéns pelo Blog !!
    Li na Net alguem indicando seu metodo de retirar rotulos atraves da imersão das garrafas (em um cooler) em agua BEM GELADA . Vc ja experimentou este método?
    Vc sabe se existe algum espaço na Net onde colecionadores de rotulos trocam seus rótulos repetidos ? Eu mesmo tenho varios que poderia trocar
    Um abraço
    Marcos

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    1. Olá, Marcos,

      Já retirei, sim, alguns rótulos quando a garrafa ainda estava no balde com água e gelo (então acho que se enquadra no método que você descreveu). Mas sai mais fácil na água quente.

      Quanto à troca de rótulos, eu não faço isso porque só guardo rótulos de cervejas que eu mesmo tenha bebido. Mas já vi um tópico no site do Brejas com anúncios de trocas de rótulos. Dá uma olhadinha lá: http://www.brejas.com.br/forum/colecionismo/39971-troca-de-rotulos/.

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  13. Olá Alexandre,
    Sou o João Campos, de Portugal.
    Comecei há poucos dias a minha colecção de rótulos de cerveja. Tal como você, apenas vou juntar os das cervejas que eu próprio bebo, isto para não me dispersar por aí nos milhares de rótulos existentes no mundo!
    Quero dar-lhe os parabéns pelo blogue e agradecer pelas suas dicas preciosas. Foi graças a elas que, depois de dois dias de esforços em vão com águas quentes e frias, sem qualquer resultado, resolvi seguir o método do forno para retirar os rótulos de uma garrafa de Bud. Foi quase milagroso, o rótulo e o contra-rótulo saíram praticamente sem esforço! Só a gravatinha é que foi mais teimosa e acabei por inutilizá-la (agora tenho de beber mais uma Bud, mas que sacrifício!...).
    Mais uma vez parabéns e obrigado.
    João

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    1. Olá, João, tudo bem?

      Fico contente que essas técnicas tenham ajudado. E é assim mesmo: às vezes a gente não acerta de primeira, tem de mudar de técnica etc. Com o tempo, você vai pegando o jeito. Eu tenho um ou outro rótulo que quase cheguei a destruir na tentativa! Não tem problema: eles ficam como "veteranos de guerra" exibindo suas cicatrizes na minha coleção! :-D

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    2. E cá estou outra vez ;-)
      Como penso que é sempre bom partilhar experiências, aqui vai o modo como estou a guardar os rótulos:
      Uso folhas de cartolina no formato A5 por uma questão de economia de espaço. Coloco na frente da folha o rótulo e a gravata, e na parte de trás o contra-rótulo (não tendo nem de longe os conhecimentos "cervejeiros" do Alexandre, não preciso de incluir nenhuma ficha de dados técnicos junto com os rótulos). Cada cartolina é depois metida numa bolsa de plástico transparente com furos para o arquivo.
      Optei por não colar os rótulos directamente nas cartolinas para não os danificar; em vez disso, estou a usar umas charneiras (não sei se este é o termo usado no Brasil) das que se utilizam em filatelia para colar os selos nos álbuns. Servem apenas para manter os rótulos no seu lugar, sem andarem a "passear" dentro das bolsas.
      E pronto, por agora não incomodo mais. Continuação de boas colecções para todos!
      Abraço
      João

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    3. Olá, João!

      A ideia das charneiras é ótima; até porque, com o tempo, o papel pode amarelar etc., então é uma boa ideia poder remover os rótulos. Eu, como uso cola em bastão, consigo removê-los com imersão em água quente, mas dá bem mais trabalho... :-) Só fiquei me perguntando uma coisa: como você faz para manter soltos os rótulos autoadesivos, que já saem da garrafa com a cola do lado de trás?

      Quanto ao A5, a Giovana, que deixou um comentário mais acima, também usa esse formato. Ela relatou problemas com rótulos grandes, como os da La Trappe (garrafona). Para você, que não usa cola, acho que será mais fácil lidar com isso.

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    4. Oi, Alexandre!

      Primeiro, para responder à sua pergunta sobre os rótulos autoadesivos:
      eu simplesmente não sei, ainda não encontrei nenhum desses! :-o

      O que faço em relação aos "normais" é, depois de os descolar, esfregar suavemente com uma esponja a superfície onde estava a cola, para a remover por completo e evitar que eles adiram ao papel mata-borrão onde os "prenso" até secarem.

      De seguida, um aviso em relação aos rótulos da Chimay: não use água quente! Eu usei, e o rótulo ficou todo descolorido. É preferível um pouco mais de paciência - que eu não tive - e deixar por mais umas horas em águas fria: o rótulo acaba por descolar com relativa facilidade, sem ficar estragado.

      Finalmente - a danadinha da gravata da Bud (a Budweiser americana à venda aqui na Europa) - já consegui inutilizar mais uma que não quis descolar mesmo depois de 10 minutos no forno a 200 graus! O que posso fazer, que outro método me aconselha para lidar com essa teimosa?

      Grato desde já pela ajuda, um abraço do
      João

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    5. Olá, João!

      O seu aviso sobre a água quente é importante (e eu escrevi sobre isso na matéria). Muitos rótulos ficam descoloridos se a água estiver quente demais. Nunca deixe a água ferver: no máximo, deixe-a numa temperatura na qual você ainda possa mergulhar sua mão dentro da água. Quanto à Bud, o rótulo que eu tenho saiu com imersão em água morna mesmo. Como ele tem aquela tinta metalizada, dá um pouco mais de trabalho, mas dá certo se você tentar tirar enquanto a garrafa ainda está quente. Vai rasgar um pouquinho atrás, mas sai. No mais, se não for possível, sempre lhe resta o Contact...

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  14. Testei a imersão.
    O rótulo saiu facilmente mas deixei em cima de uma superfície qualquer para secar, e ao tirar ele já estava grudando novamente, quase o perdi.
    Terá sido por causa do sabão, que eu não coloquei?

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    1. Olá, Cacá!

      Ao usar o método de imersão, depois de retirar o rótulo, convém enxaguar o verso para tirar os resíduos de cola. O sabão realmente ajuda a amolecer a cola, sim. E deixe secando com o verso para cima, para não ter esse problema que você reportou!

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    2. Olá de novo!
      Experimentei um outro método para retirar o rótulo de uma garrafa de Desperados (não sei se existe no Brasil, é uma cerveja da Heineken aromatizada com tequila).
      O rótulo - tal como o contra-rótulo e a pequena gravata - sáo do tipo folha plástica transparente e auto-colante.
      Para os retirar, comecei por levantar um pequeno pedaço do canto com o auxílio da lámina de um daqueles raspadores para vidro.
      Depois, com uma cotonete embebida em fluido para isqueiro (não é gás, é antes o líquido do género utilizado nos Zippos), fui humedecendo a zona de contacto entre o rótulo e a garrafa, ao mesmo tempo puxando suavemente. O fluido amolece a cola, e o rótulo vai assim saindo sem rasgar ou deformar. Leva um bocado de tempo, mas compensa.
      Depois de completamente retirado, há que remover a cola que ficou agarrada ao rótulo. Para isso, fui esfregando a superfície com um pano embebido em querosene (nesta fase, a querosene é melhor do que o fluido, porque este evapora depressa), até retirar por completo os restos de cola.
      Finalmente, lavei o rótulo com uma esponja com água e sabão para retirar a gordura da querosene.
      Para o secar, como ele ficou com tendência para enrolar, coloquei-o entre duas folhas de mata-borrão e dentro de um livro, com uma pilha de livros por cima para fazer peso.
      Espero ter sido útil partilhar esta experiência!

      Abraço
      João




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    3. Boa dica, João! Esses rótulos do tipo da Heineken eu tiro apenas esquentando levemente a garrafa e puxando. A vantagem é que a cola permanece no verso e eu posso colar imediatamente sobre um papel colorido, para imitar a cor da garrafa (já que o rótulo em si é transparente).
      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  15. Boa tarde Alexandre,

    Primeiro, parabéns pelo blog! Ele foi minha principal fonte de informações para minha nova coleção de rótulos! =]

    Gostaria de compartilhar uma outra experiência aqui: muitas das cervejas que tenho bebido com rótulos de papel, não precisam de muito esforço.
    O simples degelo da garrafa faz com que o rótulo fique fácil de puxar. O único problema é que de fato ele sai com algum resíduo de cola no verso, e por isso é necessário cuidado na hora de deixar ele secando.

    Voce também costumar tirar os rótulos assim, simplesmente quanto degusta a cerveja?

    Um abraço e parabéns mais uma vez!

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    1. Olá, Jonas!

      De fato, alguns rótulos são tão fáceis de tirar que quase desgrudam sozinhos à medida que a garrafa "sua". Muitas das cervejas comerciais comuns e algumas belgas saem assim. É um método bom para quando você está bebendo fora de casa e não pode ou não quer levar a garrafa. Mas cuidado para não forçar demais, senão o rótulo realmente pode rasgar, descascar, estriar etc.

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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    3. Olá, Alexandre!

      Como coleccionador novato, venho pedir a opinião de alguém que tem muito mais experiência nestas andanças...
      A questão surgiu-me com o rótulo da Chimay Blue Cap: como é sabido, este rótulo tem impresso o ano de produção (2013, no caso do meu). E provavelmente haverá outros de outras marcas nas mesmas condições.
      Será que, em via disso, deverei também considerar para a colecção outro rótulo em tudo igual, mas cujo ano seja diferente?
      Sei que, no fundo, é uma questão de preferência pessoal; mas mesmo assim, gostava de saber a sua opinião (e eventualmente a de outros amigos coleccionadores).

      Obrigado, um abraço e uma boa semana.
      João

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    4. Olá, João!

      Realmente, é uma questão de preferência pessoal. No meu caso, eu procedo da seguinte maneira: no caso de cervejas que apresentem indicação de safra no rótulo, eu considero cada safra como um rótulo diferente. Por exemplo, tenho uma Chimay azul de cada safra. Agora, se a indicação de envase estiver apenas no número de lote e data de validade, eu desconsidero.

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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    5. Olá mais uma vez, Alexandre!

      Achei que devia partilhar a minha recente "luta" com os rótulos da cerveja Franziskaner, já que poderá ser útil para outros coleccionadores.

      Pois esses rótulos (foram vários os que inutilizei nas experiências) foram resistindo a todas as tentativas que fiz para os descolar:
      1º - água fria;
      2º - água quente;
      3º - água (fria, depois quente) com detergente para loiça;
      4º - forno (cheguei quase a esturrar um!) - confesso que ainda me custa dominar a combinação temperatura vs. tempo.

      Quase em desespero, e depois de ter lido na Internet que alguns coleccionadores americanos falavam de um detergente chamado "Oxi-Clean" - que julgo não existir aqui em Portugal -, lembrei-me de usar um que há por cá, chamado Blanka (porque anunciam como "oxi-action"). Escolhi a variedade "Blanka Cor", que afirma respeitar as cores dos tecidos, para prevenir alguma eventual descoloração do rótulo.

      E o milagre aconteceu! Deitei um pouco do tal pó Blanka Cor em água fria, deixei a garrafa de molho de um dia para o outro... e, pela manhã, o rótulo saiu sem qualquer esforço - aliás, o contra-rótulo até descolou sozinho...

      Esta é, portanto, outra dica para os rótulos mais teimosos: usar um pouco de detergente para roupa que tenha uma acção "oxi" (seja lá o que isso for, lol!). Se existir Blanka aí no Brasil, esse é óptimo.

      Espero ter sido útil.

      Um abraço,
      João

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    6. Essa dica é ótima. Não temos "Blanka" no Brasil (exceto o do Street Fighter kkkk), mas temos alguns detergentes e sabões "oxi-qualquer-coisa". Vou testar por aqui, obrigado!

      Abraços,
      Alexandre A. marcussi

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  16. Boa noite caro amigo!

    Assim como você (e muitos outros leitores aqui do blog), optei, inicialmente, pela coleção de garrafas, porém, elas ocupam muito espaço e minhas estantes estão com outros itens de outras coleções minhas! Logo, pesquisei sobre o colecionismo de rótulos no site da Brejas e encontrei seu blog (bem como seu post lá)!

    A técnica do aquecimento da garrafa é a que tem me dado melhores resultados! Do papel Contact ainda não precisei utilizar, pois tenho medo de danificar o rótulo e, como sabemos, algumas cervejas tem o preço um pouco acima da média!

    Quanto a catalogação, optei por aproveitar, quando possível, colocar dois rótulos da mesma cervejaria na mesma folha de sulfite, como Wensky (PR) e Leuven (SP), tanto frente como verso. Porém, algumas garrafas como a Delyrium e a Cusqueña optei por deixar nas respectivas garrafas, pois ela também tem seu charme!

    Não sei se é possível postar fotos aqui, mas queria uma opinião mais "técnica", de alguém que entende do assunto!

    Sem mais, agradeço pela enorme ajuda e o ótimo blog que mantêm!

    Abraços,
    Guilherme Limberger

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    1. Olá, Guilherme, tudo bem?

      Realmente as técnicas da imersão e do forno dão conta de 98% das cervejas que estão no mercado. Só de quando em quando você vai precisar recorrer ao Contact. Quanto ao método de arquivar, eu sempre opto por um rótulo por folha porque guardo minha avaliação no verso. E assim, com cada rótulo solto individualmente, consigo mudar de posição com facilidade. Mas o legal é cada um fazer como acha melhor!

      Quanto a guardar excepcionalmente algumas garrafas que têm design diferenciado, eu comecei fazendo isso também. Contudo, com o tempo, o número de exceções se tornou tão grande que eu optei por padronizar tudo mesmo!

      Abraços!
      Alexandre A. Marcussi

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    2. Boa tarde!!!

      Primeiramente, excelente post sobre as tuas três cervejas nacionais/internacionais de 2013! Na loja que visito, tem a venda a Ballast Point Big Eye IPA, porém, como não tinha visto comentários referentes a ela, fiquei na dúvida, mas agora, me deu vontade de experimentá-la!

      Mas, voltando aos rótulos, estou com um problema com as Eisenbahn: as da Linha Especial conseguir retirar com o aquecimento da garrafa, mas as mais comuns, perdi dois rótulos! Me recomenda água morna ou gelada para retirar este rótulos?

      Outra informação: todas tuas fichas de avaliação estão disponíveis? Gostaria de ler mais algumas...

      Abraços,
      Guilherme Limberger

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    3. Olá, Guilherme,

      Eisenbahn, vamos lá. Antigamente, todas as Eisenbahn eram rótulos autoadesivos, ou seja, que você podia desgrudar usando a técnica do forno. Requeriam que a temperatura da garrafa estivesse bem alta (uns 10 minutinhos de forno, talvez), mas saíam. Hoje em dia, tenho visto alguns rótulos da Eisenbahn que são de papel colados com cola, como nas nossas comerciais de massa. Você logo percebe quando é o caso porque tem algumas partes desgrudando do vidro na borda. Nesse caso, opte pela imersão em água com sabão. Não tenho como te dizer por quanto tempo, porque nunca precisei. Depois você nos informa aqui!

      Quanto às minhas fichas de avaliação, as únicas que publiquei online estão aqui no blog, no link "Cervejas degustadas" do menu à direita. Mas, se você quiser, pode ler outras avaliações minhas no site do Brejas, a partir do meu perfil: http://www.brejas.com.br/cervejas/index.php?option=com_comprofiler&task=userProfile&user=484&Itemid=64. Lá você encontra muito mais do que aqui!

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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  17. Putz...por que não achei teu blog antes? Eu já perdi alguns rótulos super resistentes, pois só usava a técnica da água com detergente. Vou testar as outras agora.
    Só uma coisa: eu não gosto de colocar sabão em pó..acho que danifica mais os rótulos, uso só detergente de louça mesmo.

    Abraços

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    1. Mari, tenha certeza que sua vida vai ficar bem mais fácil, e sua coleção vai ficar mais completa com esse conjunto de técnicas. :-) Quanto ao detergente e sabão em pó, eu uso ambos, indiscriminadamente. Não notei, até hoje, nenhuma diferença de desempenho ou de desgaste das cores. O que muda muito, isso sim, é a temperatura da água. Se ficar quente em excesso, muitos rótulos vão desbotar.

      Abraços,
      Alexandre A. Marcussi

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